O fantástico mundo de Renata!

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Aé?

Tava aqui passeando pela internet e no meio de um texto lindo me deparo com isso: "um dia perceberemos que a pessoa que não te liga é a que mais pensa em vc" e aí eu fiquei me perguntando... se a pessoa que não me liga é a que mais pensa em mim, isso quer dizer que todos os caras que não ligam no dia seguinte, na verdade, não são cafajestes, mas homens apaixonados e apaixonantes que tem vergonha de expor seus sentimentos? Ou será que essa frase foi uma forma machista de justificar a falta de retorno dos homens? Ou pior, será que isso é apenas uma forma de mulheres se justificarem com seu ego em por que ele não procura mais, ou nunca procurou, em vez de se perguntarem o que é que tem de errado nelas, de fazerem ou invetarem dietas e planos mirabolantes para parecerem todas esteriótipos de uma mesma pessoa. E se todas se parecem tanto, se ficam tão iguais, por que exatamente um homem vai ligar? Ele vai é procurar pela diferente, por aquela que não o espera ligar no dia seguinte, por aquela que vai e liga, por aquela que mesmo com pouca diferença o chama a atenção e aí eu me pergunto... será que essa mulher existe? Será que existe ela em cada um de nós ou será que ela simplesmente é o sonho de qualquer mulher? Não deveria ser esse o esteriótipo desejado? Por que todos os filmes nos mostram que a menina esquisitinha do começo sempre tem um cara até meio esquisitinho mas muito fofo que acompanha-a desde casulo até borboleta e que mesmo assim ela só repara no fim do filme, depois de brigar com ele, de magoar todos os personagens e de magoarem a si mesmas, aí ela se declara e eles ficam bem... não seria mais fácil pular toda essa fase de casulo a borboleta? Se o casulo realmente fosse aderido a sociedade e se realmente existissem homens que gostem de mulheres normais e não de borboletas a sociedade não tava como tá...

Que se explodam as comédias românticas;
já não vejo mais sentido nelas apesar de confessar certa força mental que me mantém acreditando nela, acreditando que ela existe e que eu ainda vou encontrar meu esquisito e fofo... só é uma pena eu estar virando borboleta pra isso acontecer.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Cu

Me desculpe interromper a discussão de vocês, mas é que eu lembrei de uma coisa e precisava compartilhar... criança é mesmo sem noção né? Quando eu era menor achava que palavrão seria apenas uma palavra grande e que por ser tão grande, ficava desproporcional e se tornava feia. Até que eu aprendi que "cu" era palavrão e eu fiquei sem reação; cu? Como assim é palavrão? Mas a minha mãe não gostou nada da repetição da palavra por meus lábios e me tacou um chinelo esbravejando que eu estava fazendo algo muito errado, então, assustada corri o máximo que pude e me escondi dentro da casa do cachorro, mil coisas passando pela minha cabeça, coração acelerado com medo de levar outra chinelada e ainda sem entender. Acabei passando a tarde inteira lá dentro repetindo sem parar: "Cu cu cu cu cu cu cu cúúúúúúúúú, mas é muito pequena! Como pode ser palavrão? Olha só c u !CU!"
Você vê.. mente de criança é uma doidera mesmo..

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Revelação..

Eu sempre me fechei, me achava esquisita demais e com pensamentos viajantes demais para poder compartilhá-los com a sociedade até que fui ao teatro e me deparei com uma peça na qual as pessoas se matavam de tanto rir com coisas que eu penso diariamente.. e pensei: por que não? Vai ver eu realmente tenho talento suficiente de encantar multidões! Eu sei, eu viajo, eu deliro, mas pelo menos eu faço graça... se a gente não se arrisca, quais são as diversões que surgirão? Então a partir de agora vou liberar geral, soltar minhas frangas imaginárias e fazer tudo que eu quiser fazer.. agora aguentem!

Adoro escrever como se alguém, de fato, estivesse me lendo e não só uma humilde pessoa não, um público mesmo, uma multidão, aquela legião de fãns atenciosos esperando pela minha próxima públicação como se eu fosse um mártir de alguma revolução, o poderoso chefão.. ah, deixa pra lá.

Agora decidi que vou fazer um poema, tendo em vista que não fiz nada em todo um final de semana..

Vai pra lá e vai pra cá
Não sei ao certo se pretende parar
Mas insaciável prende o meu olhar
E eu fico aqui a imaginar
Será que ele vai cansar?
Esse alegre e saltitante
O animal tão cativante
É o peixe mais leal
Meu amigo mais sensacional
Que precisa de um nome
Mas que não seja de homem
Que precisa de um afeto
Mas que não seja direto
Alguém quer me ajudar?


Tá, eu sei, eu fiz poeminhas melhores e mais aceitos quanto eu tinha 10 anos e custumava declamá-los na sala em frente a tv sabendo que todos estariam revoltados mas prestando atenção.

É isso aí, fui!
Vestibular esse ano uhul!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Uma mulher já ligou pra minha casa três vezes perguntando pelo Hélio, será que ele deu o telefone errado pra ela de propósito pra fugir daquela coisa de ligações no dia seguinte? Será que seria eu a pessoa mais adequada pra contar isso a ela? Acho melhor deixar o telefone aqui, tocando, e acreditar que ela vai pelo menos achar que o Hélio saiu e caso ela retorne mais tarde eu já não vou estar em casa, incumbindo essa tarefa bizarra a outro integrante da minha família.

Queria escrever sobre coisas que me aborrecem, tendo em vista que o máximo de comentários que recebo são os de Dora num dia que ela não deveria ter ABSOLUTAMENTE nada pra fazer e resolveu passar por aqui e implicantemente comentar em todos os meus posts recentes, até poderia assim fazê-lo, mas comecei a achar desnecessária essa coisa toda de expor meus pensamentos e querer que alguém no mundo que eu desconheço e aumenta as estatísticas do meu blog me leia, me compreenda e comente dizendo-se a melhor pessoa do mundo..

ai ai.. bem vindo ao fantástico mundo de renata
agora em fase de pré-vestibulanda a beira de um ataque de nervos!