O fantástico mundo de Renata!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

A princípio eu estava resistindo a essa minhas viagens loucas de familia que consistem em por roupas de todos os tipos na mala sair por aí a procura de um lugar legal para ficar. Resisti sim, não queria ir parar no meio do mundo em pleno reveillon mas se eu não for, vou fazer o que nessa cidadezinha de merda? Ver os fogos da praia de Icaraí competirem com os de Ipanema, e perdendo, pessoas bêbadas lotando a praia já alteradas desde o bloco das piranhas e sem praticamente ninguém com quem discutir isso. Conclusão? Melhor ir, aproveito a natureza do fim do mundo e dá pra tirar umas fotos legais, levo pilhas, nem que eu fique lá escutando Ana Carolina no meu mp3 durante a virada, sem fogos e com barulho de grilinhos, pelo menos estarei fazendo alguma mudança na minha vida e poderei contar aos meus filhos e netos sobre as aventuras que se escondem por todas as vezes que eu e meus familiares fomos rumo ao nada.

Agora acho que vou por mais um casaco na mochila, ou boto um biquine? E agora? Pra onde será que eu vou, meu deus?

Só um pszinho, antes de ir, nunca pensei que crianças de 3 anos pudessem ser tão avançadas e tão inteligentes, meu primo, Pedro, enquanto a mãe dele se desesperava de alegria no meio de tantas roupas e coisas novas a comprar, com um ar de autoridade esbravejou "Mamãe, você não pode ter tudo!" e ficamos atônitas: eu e a mãe dele. Como alguém tão pequeno tem tanto potencial? Já to ensinando ele a mexer no computador, a pular ondas na praia, e ele me ensinando a andar no shopping (ele sabe se localizar e eu não), a ter mais criatividade e a brincar mais e rir mais da vida. Agora sim, fui!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

TUDO podia ter acontecido, leu bem? T U D O ! Pessoas podiam ter morrido, o mundo podia ter desabado, as linhas telefônicas podiam ter dado erro, as crianças podiam ter que parar de brincar, poderia acontecer o caos...

menos o orkut entrar em transe por tanto tempo. QUE SACO!

tô deprimida, nao dá pra ficar sem orkut, sem meus scraps, sem meus depoimentos, sem o álbum de pessoas conhecidas e desconhecidas, sem as fofocas, sem as comunidades, meu deus.. o quê faria eu se o orkut acabasse?

o que você faria se o orkut acabasse?

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Ignorem esse post.

Bom, meu objetivo é conseguir conversar com a Ana Carolina e compor uma música com ela.
O que eu sei até agora? Que ela gosta de coisas engraçadas para ler, inclusive nos shows, que ela gosta de interpretar as histórias e que ela compõe em casa e as vezes, faz reuniões para cantar com os amigos, também em sua casa.
Aonde ela mora? Ela mora no Recreio, láá no Rio de Janeiro, do outro lado da poça. Num prédio vermelho, o único, comparado aos prédios ao redor do seu. E quantos prédios vermelhos devem existir no Recreio? E mesmo assim, se eu achar, eu vou dizer o que?! "Oi, tudo bom seu porteiro? Vim aqui pra ver a Ana Carolina, a cantora, sabe? Pode interfonar e dizer que a Renata tá aqui embaixo?". E mesmo que ele interfone "Renata daonde? De quê?" "Renata, pô, vim pra compor uma música com ela." "Ih, é fã né? HAHA passe fora daqui, menina, larga de ser louca". Mas de repente, pela irreverência de meu ato ela me deixa subir. Tá, chega, vou voltar pro mundo real.
Pretendo ir ao médico, será que ele me dispensa de viver? Estou farta de toda essa desigualdade, todo esse tédio e o excesso de acomodação. Estou criando teias em torno da minha casa e a porta já tem até algumas. Sinto preguiça de existir, de curtir e até de rir.
Quantas vezes na vida você já chorou de tanto rir? Ou chorou tanto, que até sentiu dor de cabeça? Ou carregou uma criança no colo e no dia seguinte acordou sem mal conseguir mover seus braços? Ou sei lá, acordou esperando um telefonema que nunca chegou. E se chegou? E se foi engano?
A vida necessita de um rumo natural para tudo, mas acima de qualquer coisa a vida necessita dela mesma para existir. Estou há dias em casa e não me sinto exatamente confortável sabendo que estou deixando a vida de lado apesar de que me agrada sinceramente ficar em casa, ver meus filmes, ver minhas pesquisas e ler os textos mais interessantes do universo. Isso tudo sem sair de casa, não é perfeito? O problema é que ficar o tempo todo em casa gera uma certa não compreensão por parte de todas as pessoas a volta, acham que sou maluca, anti-social, doente, medrosa, que tenho alguma doença grave, e outras tantas que eu nem me lembro mais..
Não que eu não esteja de fato ficando em casa em tempo integral, pelo contrário, ontem por exemplo passei o dia todo fora de casa mas continua aquele vazio, aquela coisa de querer fazer coisas e nao poder, e nao ter com quem compartilhar, aí a gente simplesmente desiste né? Ai que tédio, ai que vida..
Ai que preguiça de existir!
E ai doutor? Vai me dispensar ou não?



ps: Não sei se isso acontece com mais alguém mas enquanto escrevo estou escutando música e além de naturalmente estar cantando, eu tento escrever no ritmo da música o que fica realmente engraçado pq tem horas que escrevo rapidããão e outras que tem que ser mais de leve, fala sério, que falta de assunto e do que fazer, fiquei até sem graça. Sem mais comentários

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Estou com uma nova meta, quero ser igual a Ana Carolina, ou seja, quero escrever todos os dias, quem sabe algum dia eu percebo que pessoas me leem e viro um sucesso, que nem ela é?
Tava vendo umas coisas aqui e percebi o quanto a Ana Carolina gosta de Elisa Lucinda e com isso, acabei lendo uns textos dela, os que a Ana leu em shows e como elas se parecem! É extraordinário o trabalho escrito dessas duas, meu deus! O texto da Elisa sobre cachorros? A música da Ana sobre o assalto que ocorreu com ela? São crônicas perfeitas, traduzidas de maneira simples e engraçada, algumas vezes irônicas e outras críticas elas jogam com as palavras de uma forma tão óbvia que soa com naturalidade a quem as lê.

Alguém me leva num show da Ana Carolina?
Alguém me apresenta a Elisa Lucinda?
Queria bater um papo com as duas, quem sabe em contato com essas duas feras eu não aprendo, produzo, algo realmente bom?
É isso aí..

domingo, 24 de dezembro de 2006

Hoje, descobri que vivo num mundo paralelo.
Aonde a Angelina Jolie, o Maddox, a Ana Carolina, as meninas do "Antônia" e filmes são todos meus íntimos, sempre aqui do lado. Seja uma música, um filme, uma entrevista, são esses meus atrativos, meus motivos de sorrir e gargalhar. Todos irreais.
Por que? Não sei. Só sei que faço da globo.com e do youtube meus grandes melhores amigos e através deles me perco em todo esse mundo maravilhoso. É chato recorrer a esse tipo de coisa mas vou fazer o que? Desde que me entendo por gente sempre fui muito amigável demais, esforçada demais e já que isso não basta para os meus amigos eu apelo para outros, que provavelmente nunca vão me conhecer ou reconhecer, mas que eu gosto de entendê-los e compreendê-los pois me faz sentir que já que eles nunca terão oportunidade de me conhecer, não se tornam meus grandes amigos.
Sinto como se essa outra realidade fosse a minha única escolha como compreensão pessoal e queria pessoas tão confusas quanto eu para conversar, passar as férias, e enquanto não arrumo fico aqui, medidando, arquitetando essa minha vida metódica e medíocre, mas digna e feliz. Feliz sim, porque a felicidade é. E não é só por causa de simples momentos de tristeza que eu vou dizer que sou infeliz. Agora me deixem dormir porque são 03:03 da manhã e segundo a brincadeira que eu mais acho de mal gosto, tem alguém pensando em mim. Mal gosto sim, porque me engana e ilude, ficando na esperança que às três da manhã alguém vai tá acordado e pensando em mim, me poupe.

sábado, 23 de dezembro de 2006

Eu gosto de escrever aqui. Gosto porque sei que mesmo que ninguém leia, eu estou conseguindo me expressar e não deixar que me escapem todas as idéias.

Mas uma coisa me incomoda porque aqui diz que meu inútil blog obteve 127 visitas! Como isso é possível sem nenhum comentário? Eu sei que eu entro de vez em quando pra dar uma olhada, vê se alguém comentou, mas não fui eu que fiz 127 visitas aqui! Pessoas, apareçam!

Bom, vamos ao meu diário de uma gordinha.
Não, nada de diário de gordinha, vou escrever sobre o que vi hoje.

Quero escrever sobre as palmas, como você bate palmas? Isso diz muito sobre você. Se é canhoto ou destro, se é tímido ou extrovertido, se é esnobe, dentre muitas outras coisas, não é fascinante? E tem também uma ótima observação, a partir do momento que é para bater palma isso significa "bater" as palmas das mãos. Tem muita gente que bate os dedos, sei lá, fica esquisito, sabe? Se você faz isso, evite, entenda o que se é pedido, pare de querer aparecer!

Agora chega, odeio quando isso acontece, tinha um monte de coisas para escrever mas assim que me logo nesta meleca eu esqueço, tudinho, e aí fico aqui com cara de bunda escrevendo meras palavras incompreendidas.
Enfim, é isso aí pessoal.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

eu acho engraçado que sempre que a gente vai fazer um depoimento para alguém a gente começa a dizer qualidades e coisas que a pessoa é com voce e assim sendo, voce faz uma espécie de declaração para a pessoa até mesmo porque ninguém realmente fica lá lendo o depoimento dos outros antes de clicar do "add" pra saber se é boa pessoa ou oq as outras pessoas tão falando.. acho isso legal porque eu poderia escrever tanto sobre voce, no geral, quanto sobre como voce é comigo já que eu já fui um pouco de tudo com voce, já fui amiga, já fui colega, já fui exculachada, já fui idolatrada e por aí vai.. não conheço e gosto de nao conhecer ninguém que conheça voce melhor que eu, acho fascinante o nível de comprometimento, meu, com você de forma que numa foto, num único 'oi' por msn eu já sei como voce tá e assim sendo, acabo me tornando fascinada num ponto que me torno dependente de você. Mas isso não é ruim já que com o passar dos anos e um pouco de esforço a gente foi amadurecendo, foi mudando de personalidades e eu(..)

(..) fui aprendendo a lidar com voce em qualquer situação, mas ao mesmo tempo que isso acontecia fui ficando viciada em voce, fui me rodeando de preocupações desnecessárias e quando a gente brigava eu continuava a saber de tudo, a procurar, a remexer fotos, pessoas, contatos, que sempre, mesmo que sem querer comentavam sobre voce e aquilo me trazia estabilidade. Aprendi a ser mais paciente, a levar porradas da vida com mais facilidade e a aceitar melhor como eu ou e entender que eu nunca, nunca vou mudar e que sempre q eu ler qualquer coisa, sempre que eu ver alguma foto sua com um sorriso sincero vou sorrir também porque a minha felicidade depende da sua, a minha vida depende da sua e se eu me preocupo assim com voce tambem é culpa sua porque voce me cativou, voce me deu motivos para ser mais eu e me deu motivos para ser mais voce, para ser mais dedicada, mais delicada, mais simpática e menos deboxada, eu te agradeço por tudo, mesmo que tenha sido duro o jeito de "aprender isso" né? (..)

(..)choramos muito, brigamos muito, nos irritamos muito; mas pelo menos isso demonstrou a sinceridade da nossa amizade, a sinceridade do sentimento que eu sinto por você e que é eterno, tanto eterno que a gente ta aí, juntas de novo, e que vai ser pra sempre assim;vamos nos afastar com a vida, vamos retornar com a mesma vida, nossos destinos sempre arrumar um jeito da gente voltar a se falar e nossa sinceridade colabora bastante com isso. Pode ser que a gente pare de se falar amanha ou daqui a mil anos, só queria dizer aqui que vce é uma pessoa boa; mas que como todas as outras tem defeitos e qualidadees e é até meio difícil aceitar todos os defeitos mas pode crer que quando voce passa por eles,as qualidades se tornam tao infinitas que voce até esquece de toda a pancadaria que aconteceu antes daquela concretização. portanto, concluirei dizendo que voce representa tudo pra mim e que mesmo com muitos fatores contra, a gente vai sim ser amigas para sempre;porque existe um sentimento puro e verdadeiro verdadeiro

eu te amo carolina.

e isso é mais do que o necessário.






cada enterzinho é um depoimento novo,
sim, são 5 ao todo.. mas achei realmente foda...