Começarei de forma bem simples, se você nao for do CSVP nem leia, não vale a pena.
Enquanto era do primeiro ano me deliciava com as histórias de amigas mais velhas sobre os professores e o mundo tão encantado do segundo ano. Professores maravilhosos, matérias nem tão impossíveis, provas, gabaritos, vestibular se aproximando, toda essa adrenalina me contagiava; puxa, como eu queria estar no segundo ano! Ter aula com Clínio, Fabi, Antônio... até que chegou o momento esperado, enfim segundo ano.
Quando cheguei, não encontrei nenhuma alegria, primeira aula, Fabi! Passou um trabalho avaliado sobre um cara que eu nunca tinha nem ouvido falar. E por aí foi desabando meu mundo quando recebi a primeira prova de Antônio: praticamente zero. Fui vendo que as coisas não iam nem um pouco bem e fui notando defeitos e coisas que não me agradavam. Mas uma coisa era certa, eu ainda tentava tirar dos professores aquelas coisas que ouvia nas histórias.
Hoje, no final do ano, posso repetir tudo e acrescentar muito mais sobre os meus professores que me proporcionaram momentos maravilhosos e que senão fossem eles, eu não estaria tão segura na minha formação.
Iver é um cara inteligente pra caramba, que tem uma certa facilidade de se socializar e que adora zoar e ser zoado;
Maurício é um crianção que brinca, zoa, tenta falar sério e tenta explicar a matéria, tudo ao mesmo tempo;
Flôrencio é um que entende a gente, conversa e procura ver o melhor pra não perder o emprego e pra gente nao precisar fazer aula de Educação Física;
Selma é a mais engraçada porque ela é naturalmente engraçada e sempre procurou entender a gente mesmo que entre confusões e a nossa pressa de ir mais cedo para o recreio;
Catarina tenta passar pra gente tudo que ela sabe, tenta ser simpática e sociável e tenta, demais, fazer com que a gente entenda o quão importante é saber escrever bem;
Luis Cláudio é um cara de mente aberta, que tenta passar pra gente com palavras bem simples tudo o que ele sabe e enquanto faz isso, ainda brinca, conta piadas e abre quase debates, sem fim;
Dani é meiga, descolada, engraçada, é nossa amiga mesmo e tenta ser o máximo compreensiva com a gente, tanto, que eu nem sei se merecemos isso tudo;
Rafinha é uma comédia mesmo, super espontâneo e animado, sempre tenta mostrar valores e nos dar lições que vem de bônus durante o ano letivo;
Angela é uma pessoa que, po, consegue dissecar os textos, viajar em coisas que a gente nem acompanha direito, um verdadeiro crânio e uma pessoa que carrega uma ironia machadiana.
Clínio é um fofo, que odeia e ama tudo ao mesmo tempo e que vive reclamando, tanto, que chega a ser engraçado. Isso sem mencionar quando ele fala "pudim";
Anderson é super engraçado, carismático, organizado e tenta fazer da aula o máximo para ser agradável e inteligente;
Fabi é uma pessoa meiga, carinhosa, engraçada, espetacular e super vaidosa que tenta fazer o máximo para nao dar tanta intimidade pra gente, até porque, quando se estede a mão a um aluno ele vai em buscar do braço todo;
Antônio é a pessoa mais espetacular do universo, é agradável, atencioso, super inteligente, capaz de conseguir das pessoas sempre o melhor, de cobrar o melhor e de mostrar o que as vezes nem a gente sabia que tinha, enfim, esse é o cara.
Sei que nenhum deles irá ler isso, sei mais ainda que ninguém irá ler isso, mas era necessário me expressar. Esses exemplos de vida merecem admiração, mesmo anônima e não demonstrada.
Enquanto era do primeiro ano me deliciava com as histórias de amigas mais velhas sobre os professores e o mundo tão encantado do segundo ano. Professores maravilhosos, matérias nem tão impossíveis, provas, gabaritos, vestibular se aproximando, toda essa adrenalina me contagiava; puxa, como eu queria estar no segundo ano! Ter aula com Clínio, Fabi, Antônio... até que chegou o momento esperado, enfim segundo ano.
Quando cheguei, não encontrei nenhuma alegria, primeira aula, Fabi! Passou um trabalho avaliado sobre um cara que eu nunca tinha nem ouvido falar. E por aí foi desabando meu mundo quando recebi a primeira prova de Antônio: praticamente zero. Fui vendo que as coisas não iam nem um pouco bem e fui notando defeitos e coisas que não me agradavam. Mas uma coisa era certa, eu ainda tentava tirar dos professores aquelas coisas que ouvia nas histórias.
Hoje, no final do ano, posso repetir tudo e acrescentar muito mais sobre os meus professores que me proporcionaram momentos maravilhosos e que senão fossem eles, eu não estaria tão segura na minha formação.
Iver é um cara inteligente pra caramba, que tem uma certa facilidade de se socializar e que adora zoar e ser zoado;
Maurício é um crianção que brinca, zoa, tenta falar sério e tenta explicar a matéria, tudo ao mesmo tempo;
Flôrencio é um que entende a gente, conversa e procura ver o melhor pra não perder o emprego e pra gente nao precisar fazer aula de Educação Física;
Selma é a mais engraçada porque ela é naturalmente engraçada e sempre procurou entender a gente mesmo que entre confusões e a nossa pressa de ir mais cedo para o recreio;
Catarina tenta passar pra gente tudo que ela sabe, tenta ser simpática e sociável e tenta, demais, fazer com que a gente entenda o quão importante é saber escrever bem;
Luis Cláudio é um cara de mente aberta, que tenta passar pra gente com palavras bem simples tudo o que ele sabe e enquanto faz isso, ainda brinca, conta piadas e abre quase debates, sem fim;
Dani é meiga, descolada, engraçada, é nossa amiga mesmo e tenta ser o máximo compreensiva com a gente, tanto, que eu nem sei se merecemos isso tudo;
Rafinha é uma comédia mesmo, super espontâneo e animado, sempre tenta mostrar valores e nos dar lições que vem de bônus durante o ano letivo;
Angela é uma pessoa que, po, consegue dissecar os textos, viajar em coisas que a gente nem acompanha direito, um verdadeiro crânio e uma pessoa que carrega uma ironia machadiana.
Clínio é um fofo, que odeia e ama tudo ao mesmo tempo e que vive reclamando, tanto, que chega a ser engraçado. Isso sem mencionar quando ele fala "pudim";
Anderson é super engraçado, carismático, organizado e tenta fazer da aula o máximo para ser agradável e inteligente;
Fabi é uma pessoa meiga, carinhosa, engraçada, espetacular e super vaidosa que tenta fazer o máximo para nao dar tanta intimidade pra gente, até porque, quando se estede a mão a um aluno ele vai em buscar do braço todo;
Antônio é a pessoa mais espetacular do universo, é agradável, atencioso, super inteligente, capaz de conseguir das pessoas sempre o melhor, de cobrar o melhor e de mostrar o que as vezes nem a gente sabia que tinha, enfim, esse é o cara.
Sei que nenhum deles irá ler isso, sei mais ainda que ninguém irá ler isso, mas era necessário me expressar. Esses exemplos de vida merecem admiração, mesmo anônima e não demonstrada.

2 Comments:
At 11:53 PM,
Anônimo said…
bom.. ngm vai ler tem certeza?! Oo
tô lendo. ameii o texto..
tá chegando dia 8 ..
aaaHH :O
te amo
:*
At 11:12 PM,
Dora Tavares said…
att esta porcaria! ;b
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