Querer e poder
É notável a necessidade da mobilização mundial para a resolução do problema das variações climáticas. Porém não se deve ficar sentado de braços cruzados enquanto o planeta aquece sem controle. Antes da mudança social vem a mudança pessoal: cada hábito, cada gesto, cada atitude cotidiana deve ser adaptada para se encaixar nos moldes favoráveis ao meio ambiente.
O que custa diminuir o tempo de banho ou tomá-lo frio no verão? O que parece pouco, juntando a maioria, torna-se grandioso: a união faz a força. A perseverança, a motivação de fazer sempre até que os outros o sigam, é o que determina os limites de um ajudante do meio-ambiente a uma pessoa inerte; e estes deveriam ser valorizados e incentivados para que ao ganhar destaque possam servir de exemplo para toda a população. Não basta fazer o certo, tem que motivar o errado a mudar de atitude: seja através de explicações detalhadas ou de peças teatrais. O importante é provocar mudança e incentivar a falta de indiferença às questões sócio-ambientais.
Se dentro de uma fábrica, cidade ou mesmo numa esquina existirem propagandas, shows, palestras, peças, músicas, é possível a conscientização: é só querer. Uma única pessoa indo para o trabalho de bicicleta já implica em mudança. Estimular o uso de meios de transporte não poluentes ou colocar filtro nas chaminés de indústrias são tarefas não difíceis, mas que por não serem devidamente cobradas, caem na comodidade e acabam passando despercebidas pela população em massa.
Informação: essa é a palavra chave para a resolução do problema. O brasileiro, por naturalidade, é trabalhador, gosta de ajudar. Se ele tem a informação de que a fumaça produzida provoca o aquecimento global, e que com ele, desencadeia na morte dos ursos polares, é óbvio que ele vai rever suas atitudes. Basta fazer a informação chegar, mesmo que no boca-a-boca, que informando, formaremos um mundo melhor.

1 Comments:
At 1:20 PM,
Gisele Capucci said…
Amei.
Ainda mais com um tema que eu defendo tanto. Parabéns, Re!!
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